Anda por aí muito boa a gente a acusar os videojogos e as "coisas dos jovens" de serem fonte de inspiração para os jovens cometerem os mais variados crimes. Eu sinceramente tenho as minhas dúvidas: o que é que porá mais ideias homicidas na influênciável cabeça dos adolescentes? Grand Theft Auto ou uma maratona de Vidas Reais?
Bem, mas os principais responsáveis, esses, vão desde os eternos culpados videojogos, até grupos musicais ou cantores a solo um pouco mais... picantes, passando pelas actrizes de cinema mais malandrecas. Lucy Liu incluída. Não me posso esquecer dos Anjos de Charlie, não não... Jesus, a menina é mesmo mazona. Erehm, isso agora não interessa, adiante.
Graças a isto, toda a gente concorda que estamos no fim do Mundo, anda sempre tudo muito frustrado, e por aí se fica. Compreensão dos factos nem vê-la. Tudo muito sintético, tudo muito "analítico". Ok, também não há nada para analisar no peito da Cameron Diaz. Aquilo não é ciência, é arte. O quê? Pelo menos sou honesto.
No fundo, cá para mim, isto tudo da violência é um bocado para o treta. A sério! Claro que aquilo que vemos, ouvimos e jogamos nos pode influenciarcomo tudo na vida. Aliás, se não o fizesse, as coisas não se vendiam. A verdade é que se vendem. E o que eu gosto muito, e se posso, compro. As gémeas Olsen é que não, coitadinhas. Some things are just priceless.
Cada vez que ligo a televisão, tenho duas escolhas: ou ligo a consola, ou mudo para um programa qualquer; no fundo, a quantidade de "violência" que uma ou outra coisa me pode transmitir é praticamente a mesma. Além do mais, tal como tudo depende dos programas que se vê, as coisas também são relativas ao jogo que se joga, à música que se ouve ou ao filme a que se assiste. E se no filme entra uma moçoila mais engraçadita...
Bem, começo por ligar a televisão. Imagens de pessoas a sofrer, da guerra, da injustiça... etc, etc ,etc. "Tudo isto afinal faz parte do mundo real", é uma frase que eu tenho ouvido bastante ultimamente, e é claro que concordo. Mas nunca de forma sistemática. Às vezes há situações bem graves que merecem ser relatadas ou noticiadas. Agora quando digo noticiadas, não digo especiais de 3 horas a incidir em todos os pormenores da vida pessoal de toda a gente. Não, digo apenas uma informação um bocadinho mais para o objectiva. Afinal, é essa a função do jornalismo.
Isto é só a minha opinião, é óbvio. Não sou ninguém para andar a dizer mal a torto e a direito dos media, apenas acho que há exageros. Porque coisas terríveis e chocantes acontecem neste mundo todos os dias. Porque críticas há muitas mas soluções nem por isso. No fundo, porque vivemos na sociedade em que vivemos, e por mais que tentemos mudar, e por muito que nos custe, temos que aprender a aceitar que nem tudo é um mar de rosas. Nem aqui nem no resto do Globo.
O que eu acho incrível é o facto de por vezes ver pessoas terrivelmente angustiadas com alguma coisa que viram ou leram, algures nas notícias. As imagens e os relatos de barbaridades cometidas acabam por nos afectar a todos. Agora só gostaria de saber é o que esta geração dita "encalhada" entre música e videojogos, entre Internet e Blockbusters (Hmm, Lucy Liu...) pode ser considerada violenta por simplesmente gostar de coisas do seu tempo. Afinal, parece que a falta de respeito, a agressividade e a descriminação conseguem chegar a todos, e com força. Basta ligar a televisão, abrir o jornal, ou sair à rua.
Há que aprender a separar aquilo que é saudável do que nos pode afectar o estado de espírito. Porque simplesmente estar informado não significa estar angustiado ou sentir-se profundamente influenciado. Mesmo que seja difícil. Afinal de contas, tudo na vida faz bem, desde que seja na medida certa.
Bem, mas os principais responsáveis, esses, vão desde os eternos culpados videojogos, até grupos musicais ou cantores a solo um pouco mais... picantes, passando pelas actrizes de cinema mais malandrecas. Lucy Liu incluída. Não me posso esquecer dos Anjos de Charlie, não não... Jesus, a menina é mesmo mazona. Erehm, isso agora não interessa, adiante.
Graças a isto, toda a gente concorda que estamos no fim do Mundo, anda sempre tudo muito frustrado, e por aí se fica. Compreensão dos factos nem vê-la. Tudo muito sintético, tudo muito "analítico". Ok, também não há nada para analisar no peito da Cameron Diaz. Aquilo não é ciência, é arte. O quê? Pelo menos sou honesto.
No fundo, cá para mim, isto tudo da violência é um bocado para o treta. A sério! Claro que aquilo que vemos, ouvimos e jogamos nos pode influenciarcomo tudo na vida. Aliás, se não o fizesse, as coisas não se vendiam. A verdade é que se vendem. E o que eu gosto muito, e se posso, compro. As gémeas Olsen é que não, coitadinhas. Some things are just priceless.
Cada vez que ligo a televisão, tenho duas escolhas: ou ligo a consola, ou mudo para um programa qualquer; no fundo, a quantidade de "violência" que uma ou outra coisa me pode transmitir é praticamente a mesma. Além do mais, tal como tudo depende dos programas que se vê, as coisas também são relativas ao jogo que se joga, à música que se ouve ou ao filme a que se assiste. E se no filme entra uma moçoila mais engraçadita...
Bem, começo por ligar a televisão. Imagens de pessoas a sofrer, da guerra, da injustiça... etc, etc ,etc. "Tudo isto afinal faz parte do mundo real", é uma frase que eu tenho ouvido bastante ultimamente, e é claro que concordo. Mas nunca de forma sistemática. Às vezes há situações bem graves que merecem ser relatadas ou noticiadas. Agora quando digo noticiadas, não digo especiais de 3 horas a incidir em todos os pormenores da vida pessoal de toda a gente. Não, digo apenas uma informação um bocadinho mais para o objectiva. Afinal, é essa a função do jornalismo.
Isto é só a minha opinião, é óbvio. Não sou ninguém para andar a dizer mal a torto e a direito dos media, apenas acho que há exageros. Porque coisas terríveis e chocantes acontecem neste mundo todos os dias. Porque críticas há muitas mas soluções nem por isso. No fundo, porque vivemos na sociedade em que vivemos, e por mais que tentemos mudar, e por muito que nos custe, temos que aprender a aceitar que nem tudo é um mar de rosas. Nem aqui nem no resto do Globo.
O que eu acho incrível é o facto de por vezes ver pessoas terrivelmente angustiadas com alguma coisa que viram ou leram, algures nas notícias. As imagens e os relatos de barbaridades cometidas acabam por nos afectar a todos. Agora só gostaria de saber é o que esta geração dita "encalhada" entre música e videojogos, entre Internet e Blockbusters (Hmm, Lucy Liu...) pode ser considerada violenta por simplesmente gostar de coisas do seu tempo. Afinal, parece que a falta de respeito, a agressividade e a descriminação conseguem chegar a todos, e com força. Basta ligar a televisão, abrir o jornal, ou sair à rua.
Há que aprender a separar aquilo que é saudável do que nos pode afectar o estado de espírito. Porque simplesmente estar informado não significa estar angustiado ou sentir-se profundamente influenciado. Mesmo que seja difícil. Afinal de contas, tudo na vida faz bem, desde que seja na medida certa.
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