Quero usar este post como mensagem de utlidade pública: pessoas que me odeiam, não vou confrontar ninguém, lamento. Eu fui criado como deve ser: digo mal das pessoas nas costas delas.... chamam-se maneiras. Isso e eu ter amor ao meu couro.
quinta-feira, abril 17, 2008
Vamos pôr isto em pratos limpos
Quero usar este post como mensagem de utlidade pública: pessoas que me odeiam, não vou confrontar ninguém, lamento. Eu fui criado como deve ser: digo mal das pessoas nas costas delas.... chamam-se maneiras. Isso e eu ter amor ao meu couro.
terça-feira, abril 08, 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
Estudo demográfico
Pessoas de Lisboa.
Pessoas de Lesboa.
Pessoas de LX.
Basicamente:
As pessoas de Lisboa tentam corrigir as de Lesboa.
As pessoas de Lesboa tentam não se misturar com as pessoas de LX.
As pessoas de LX tentam assaltar as outras duas.
E está explicada a diversidade. Nem percebo o porquê de tantos menus diferentes no McDonald's.
domingo, fevereiro 03, 2008
Eu é que (não) sou parvo!
Odes à amizade? Bem eu queria.
Media Markt ofende ESCUTISMO!
To: Administração da Media Markt
"Para ilustrar que só os parvos não vão à MEDIA MARKT, como forma de acção publicitária, a publicidade da empresa decidiu criar um país, a Parvónia, que tem hino e tudo.
Nos spots publicitários da empresa mostra-se o efeito que provoca a loja em quatro habitantes da Parvónia na primeira vez que a visitam.
Para arranjar Parvónios, ou parvos, a empresa, os iluminados, entendeu que devia vestir um dos parvónios de fato e gravata, outro de militar medalhado, uma de miss Parvónia e pasme-se um fardado de ESCUTEIRO.
Ora isto constitui uma vergonha, um ultraje, uma calúnia à maior associação de jovens do país. Para se fazer publicidade, mesmo que a insultar os que ainda não são clientes, não há necessidade objectiva de se usar um lugar comum de calúnia fácil a quem tem uma opção de vida que, a meu ver, não ofende ninguém que não seja nem queira ser ou ter sido escuteiro. Que vantagem terá a empresa ao associar um escuteiro e um parvo? Algum recalcamento?
O escutismo é o maior movimento de jovens do planeta e integra mais de 30 milhões de pessoas. Em Portugal só o Corpo Nacional de Escutas, apenas uma das três associações escutistas/guidista existentes, tem HOJE mais de setenta mil associados.
Acredito que todos os portugueses, ao longo dos últimos cem anos, têm ou já tiveram uma ligação ao escutismo, através de um familiar ou através da sua própria vivência pessoal."
Assinem a petição em:
http://www.petitiononline.com/26031979/petition.html
Obrigado.
Sendo impossível a total demonstração de sentimentos pela via escrita, vou apenas indicar o que pensei quando me deparei com a mensagem anti-Media Markt.
mas que merda?
Media Markt ofende ESCUTISMO... E NÃO SÓ!
Media Markt, vocês são todos uns larápios. Uns trastes da sociedade!
Parece que não têm vergonha...
Ofenderam os escuteiros... tudo bem! Toda a gente tem o seu saco de pancada preferido e os escuteiros parecem óptimos alvos de humor para uma boa fatia da população. Como outros exemplos teríamos também os drogados e gente promíscua de uma maneira geral.
Agora... gozarem com a Miss Parvónia?
O que é que o conceito de Miss fez ao mundo para merecer tamanha vergonha, tamanha calúnia, tamanho ultraje? A campanha da Media Markt é uma ofensa a esta colectividade de jovens saudáveis que mais nada fez do que aproximar senhoras boas como o milho que prometem salvar o universo da guerra e da fome.
Proponho que deitemos abaixo a Media Markt, sim. Mas que os arrastemos com um pedido de desculpas formal às Misses de todo o mundo e todo o país. Os escuteiros, ok, também merecem um beijinho de arrependimento. Mas isto nada comparado ao ramo de flores que vão ter de pagar à Miss Foros de Benfica.
Morra a Media Markt, morra! Pim.
Atentamente,
David Trincão
Meus amores, do que é que se vão lembrar a seguir? Processar o IKEA porque ofende quem gosta de comprar móveis do século dezoito? Por amor da Miss Tailândia...
segunda-feira, dezembro 17, 2007
E agora a minha única piadola futebolística
Uma mini e um pirezinho de tremoços, alguém?
sexta-feira, outubro 26, 2007
A mudança acontece
É verdade, mudei o nome do meu blogue e com isso aproveitei e mudei o endereço também. Na verdade, estou cansado de ter um blogue chamado Ganda Maluco. Coisas do 11.º ano... arrependo-me de não o ter chamado antes de Cueca Doidona ou Torrada da Bimbi: a intemporalidade do seu nome, pelo menos essa, jamais seria questionada.Cá está. Como é possível ler, este foi um comentário jocoso. Desde há uns tempos para cá que o blogue Ganda Maluco apresentava comentários deste tipo. Até o autor aprender a escrever como um homem.
Ah ah ah. Eu sou bastante engraçado, não sou? Não? Enfim, também não sou original. É por isso que senti a necessidade de variar as coisas um bocadinho mais. Também não? Ora bolas. Mas também se analisarmos a quantidade de blogues armados ao pingarelho humorístico que brotam que nem cogumelos por aí, depressa tiraremos uma preciosa ilação. Este desperdício de espaço cibernético é nada mais nada menos do que mais um cogumelo piadolas. Ou isso ou uma caixa de velocidades bem disposta.
E agora para algo completamente igual.
quinta-feira, agosto 16, 2007
Vodafone, viva o momento... pussy
segunda-feira, agosto 13, 2007
Cenas sem impressão
domingo, junho 17, 2007
Centésimo
Já escrevi cem coisas parvas desde que criei este blogue em tempos de liceu, e agora vejo as mil e uma diferenças que me separam dessa altura. Por exemplo, tenho menos borbulhas e uma voz um bocado mais estável, mas não dormi com a Christina Aguilera nem conquistei o Mundo com o meu exército de ninjas treinados. Ainda.
Como vêm, realismo não me falta. E maturidade emocional, essa, posso dar e vender. Então do que estão à espera para me darem o Nobel? Eu quero o Nobel. Agora. Olhem que faço birra e depois não durmo bem.
Mau.
sábado, abril 21, 2007
É que não me tocas (dessa maneira)
Ai o que eu não gosto de tau tau no feminino.
quinta-feira, abril 19, 2007
Look honey, it's Emanuel
De um lado temos ingleses e gente fina de cap & sunglasses a ouvir calmamente as Quatro Estações de Vivaldi e do outro o povo todo de boné & oculinho escuro a bater palmas com os braços abertos e a cantar a Garagem da Vizinha do mestre Quim. A sobreposição destas forças antagónicas é quase harmoniosa: num comboio, a nata da socieadade, e no outro, as borras. É um verdadeiro capuccino social. E a luta de classes, essa, nunca foi tão foleira.
quarta-feira, abril 18, 2007
E agora?
domingo, abril 08, 2007
Nacionalismo for dummies
O Fascismo é uma coisa que as pessoas inventaram para haver um senhor muito bem posto a mandar em toda a gente porque sim.
As pessoas gostam muito de inventar. Mas às vezes inventam um bocado mais do que deviam.
Por isso mesmo apareceu o fascismo, que é quando o senhor bem posto manda bater nas pessoas que pensam demais.
Para mim, Nacionalismo na sociedade contemporânea são duas alíneas em simultâneo.
a) é o que acontece a uma equipa quando passa dos regionais.
b) é isto:

segunda-feira, fevereiro 19, 2007
Passa para cá a massa
Há mesmo pessoas sem escrúpulos... onde é que já se viu roubar dinheiro ao próprio pai para poder vestir roupa de luxo? Com tantos bilhetes para jogos do Benfica que 150 mil euros podiam comprar, é no mínimo escandalosa uma acção destas. Tenham vergonha, darlings.
quarta-feira, fevereiro 14, 2007
Ressabiamento 2006
Hoje gasta-se dinheiro e mandam-se mensagens piegas.
Hoje anda tudo aos beijos na faculdade e cada vez que falo para uma pessoa, falo ao mesmo tempo para outra do sexo oposto.
Pena é não terem inventado o Dia do Peido. Aí sim, eu iae divertir-me à grande.
Os fardos e as barreiras
Compreende-se que a Igreja Católica condene, em princípio, a IVG. Se há uma certa sacralidade no processo da multiplicação da vida, é preciso respeitá-la. Mas condenar a IVG em qualquer circunstância e seja por que motivo for, corresponde a subordinar o homem ao sábado, e não o sábado ao homem. Os padres e bispos que o fazem correm o risco de se parecer demasiado com aqueles de quem Jesus dizia: «Atam fardos pesados e insuportáveis e colocam-nos aos ombros dos outros, mas eles não põem nem um dedo para os aliviar» (Mt.23.4). Em vez de se obcecarem na condenação seria melhor preocuparem-se com a misericórdia.
José Mattoso in Blogo Social Português
Este excerto foi primeiramente transcrito por alguém com mais jeito para isto do que eu.
O que me faz espécie nisto tudo é o facto de a IVG ainda está a milhas de ser considerada seriamente pela instituição mais rica do mundo. E digo seriamente para não incluir argumentos também justos tipo "mas a vida é uma coisa tão fofinha".
Já tive a oportunidade de assistir a uma palestra sobre a ética para as ciências da vida, que foi curiosamente dada por um padre; padre esse que para além de nem sequer tocar na IVG (pelo menos de forma concreta, já que os jogos entre equipas ainda não tinha começado), se dirigiu aos métodos anticoncepcionais como "algumas das barreiras ao curso natural das coisas". E mais, o intrépido anfitrião pregou que existem muitas outras formas de sexo sem fins reprodutivos que a Igreja Católica se sente perfeitamente à vontadede de informar. Nomeadamente, e contem comigo a mão-cheia de alternativas autorizadas: a abstinência masculina, a abstinência feminina, a abstinência conjugal, as sandes mistas e a abstinência pura e dura.
Eu tive que acrescentar as sandes porque senão não era uma mão-cheia. Posso ser estúpido, mas ainda consigo contar até 5.
Quero dizer com isto que a Igreja não é como aqueles homens que fazem parte da metáfora de Jesus, mas sim como aqueles homens que tiram parte do seu sistema reprodutivo. Há que dar crédito, não obstante: arrancar um bocado da nossa anatomia sem mais nem menos deve doer infinitamente mais do que fazer fardos pesados para os outros carregarem. Afinal de contas, o senhor padre acabou o seu discurso deliciando-nos com a sua máxima "cada um tem as suas formas de se satisfazer... eu tenho a minha". E acho que máximas como esta nem precisam de mais comentários.
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Dona Sofrida
A dona Sofrida é uma senhora que tem muitos problemas. Alegadamente, custa-lhe muito aturar o barulho das obras porque já sofre da caveça àquase de nascença. A verdade é que a senhora reformou-se por a cabeça e por isso ouvir pessoas a trabalharem na construção civil deixa-a muito perturbada.
Assim, a dona Sofrida explica-nos que decidiu meter-se debaixo do comboio. Mais nada. É que toda a gente sabe como isso pode deixar uma pessoa um bocado mais liberta da sua caveça e dos seus problemas. Coitada da dona Sofrida, a carpideira dos vivos... se não fossem as obras lá ia ela cometer suicídio porque a vizinha não lhe devolveu o sal.
Ela nasceu ali, bolas!
quarta-feira, janeiro 24, 2007
quarta-feira, janeiro 10, 2007
Portugal... isn't that spanish for referendums?
Eu digo referendos porque aparentemente o nosso país facilmente se aborrece se estiver muito tempo sem votar. Verdade seja dia, desde que o Big Brother acabou, a variedade também já não é muita. Hoje em dia já não há Vanessas Flavianas que dizem muitas vezes "prontos" para expulsar de casa e isso ressente-se na sociedade. O mero contribuinte dirige-se às cabines e mete uma cruz para escolher um dos três: o governo, o presidente ou o aborto. Até eu que só exerço o meu dever de cidadão há pouco mais de um ano já me habituei a isto. Honestamente, já chateia.
É por isso que este ano escolho o aborto.
Ok, ok... estou a ser muito severo, é?
Pumba, viram? O outro lado também não perdeu pela demora. Exactamente, o mais engraçado nisto tudo é que temos dois lados. Este lado, o não, e o outro, que é a alternativa. Parece tudo tão fixo e limpinho, não é? Esperem até chegarem os eufemismos... aí vêem que o contrário de não nem é sim nem é o o resto... é aquilo mais ainda.
Vamos lá ver exemplos do que o comum dos leitores poderá pensar e a sua consciência político-social replicar:
1)Sou contra o aborto.
"Ai não digas aborto que soa a morte. E ambos sabemos que se queres ser dos escuteiros não podes falar de morte. Diz antes pró-vida!"
Pronto, pronto, sou pró-vida.
2)Sou a favor do aborto.
"Ai não digas a favor do aborto porque a favor disso não é pessoa alguma e parece mal. Diz antes que és a favor da despenalização da interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas."
Iupi, sou a favor da despenalização da interrupção voluntária da gravidez até às 10 semanas.
"Ai esse nome é muito comprido. Faz como os americanos e vira pró-escolha, que é para não seres contra-vida."
Ai o caraças. Sou pró-escolha.
Agora, caro leitor, reflicta em dois pontos que me parecem essenciais: o primeiro é o facto de a voz da sua consciência político-social começar com um "ai" antes de cada frase. A minha opinião é que isso é um recalcamento qualquer e é melhor consultar um psicanalista. O segundo ponto prende-se com o ser-se contra ou ser-se a favor. Para quê só duas posições se temos aqui tanta terra para semear? Porque não o "Sim, desde que o bebé seja homossexual" ou o "Não, desde que o bebé não vá integrar no suposto Jet Set português"? Urge este tipo de esclarecimento, até porque o que deste país está a precisar é mais um degradé de opiniões acéfalas. Pelo que sei, aquela cena em Lisboa não chega.