Há pessoas que acham muita piada aos computadores. Quem me ler agora deve estar a pensar que eu endoideci e resolvi começar a falar de mim próprio, mas desengane-se. Parece que há algo de misteriosamente fascinante numa coisa que funciona à base de se carregar em botões, e eu muito honestamente não percebo porquê.
A verdade é que eu já não confio tanto nas maquinetas como dantes: sem dúvida que são ferramentas úteis, mas na minha opinião têm vindo a transformar-se em autênticos monstros. Coisas ambulantes, sedentas de carnificina,tal e qual como o Chucky (o boneco assassino) ou o George Bush (o assassino abonecado).
A verdade é que eu já não confio tanto nas maquinetas como dantes: sem dúvida que são ferramentas úteis, mas na minha opinião têm vindo a transformar-se em autênticos monstros. Coisas ambulantes, sedentas de carnificina,tal e qual como o Chucky (o boneco assassino) ou o George Bush (o assassino abonecado).
Todavia, como a culpa não morre solteira, há um responsável pelo meu mais recente transtorno com o mundo cibernético. Há sempre um responsável para tudo. Até para o onanismo. Esse responsável é o sistema operativo das janelas.O Windows está para o PC assim como o Cornudo está para os cães do Inferno. Não há melhor analogia para uma entidade que me faz coisas que não há direito. Irei agora a um exemplo concreto:
No outro dia estava eu em puro engate no MSN Messenger quando o meu PC aparentemente se meteu de cama: tinha ocorrido um erro fatal, nada mais nada menos. Fiquei em estado de choque: a situação parecia gravíssima, ou ela me bloqueava ou eu ficaria com deixas más para o resto da vida. Isso não aconteceu (ainda), mas aquela coisa (o computador) disse que era fatal. Ora "Fatal", meus senhores, é um termo com um certo grau de seriedade. Utilizamos a palavra "fatal" numa situação em que queremos falar de homens de barba rija, estilo: "O David tem um olhar sedutor fatal. É por causa da fatalidade do seu bom aspecto." Isto é moderadamente aceitável. Agora ouvir ou ler "fatal" de uma coisa que não come, não bebe, não respira e acima de tudo não faz sexo é um autêntico abuso de linguagem. Estas coisas são para serem medidas antes de serem usadas! Senão vejamos: os computadores foram inventados para nos ajudarem. O que eles supostamente fazem é prestar auxílio. Não foram inventados para se armarem em aquilo que tecnicamente se designa de maricas, com "erros fatais" e campainhas de alerta.
Eu bem imagino o que se deve passar naquele cérebro artificial e tecnologicamente dramático...
"-Ai, olha só para mim, tenho tantos programas a correr... a RAM está saturadíssima, que horror! Acho que vou ter um erro fatal! Ai meu Deus! Pronto, já foi, tenho que reiniciar. Agora deixa-me só retocar aqui a "maquilhage"."
E é assim que se passa um vulgar crash com a tecnologia moderna. Depois não querem que as novas gerações sejam como as de antigamente: cheias de simplicidade, valores morais e bem lá no fundo, sexualidade reprimida.
Os técnicos de computação por mim iam trabalhar no campo, para verem quanto custa a vida ante de se lembrarem de fazer máquinas melodramáticas. Até já os imagino a podar as terras, ao mesmo tempo que matam a sede através do cantil comunitário e cantam lindas canções de programador. Ali cheios de pujança a dançar o fadango. Desta maneira já adivinho o meu computador a expressar-se contra o que está mal:
"-Ocorreu um erro, porra! Mas que jeitos? Agora é começar tudo de novo! Ah Quim, passa aí o tintol!"
Faz-te um homem, Informática. Aprende comigo, olha que eu não duro para sempre.
No outro dia estava eu em puro engate no MSN Messenger quando o meu PC aparentemente se meteu de cama: tinha ocorrido um erro fatal, nada mais nada menos. Fiquei em estado de choque: a situação parecia gravíssima, ou ela me bloqueava ou eu ficaria com deixas más para o resto da vida. Isso não aconteceu (ainda), mas aquela coisa (o computador) disse que era fatal. Ora "Fatal", meus senhores, é um termo com um certo grau de seriedade. Utilizamos a palavra "fatal" numa situação em que queremos falar de homens de barba rija, estilo: "O David tem um olhar sedutor fatal. É por causa da fatalidade do seu bom aspecto." Isto é moderadamente aceitável. Agora ouvir ou ler "fatal" de uma coisa que não come, não bebe, não respira e acima de tudo não faz sexo é um autêntico abuso de linguagem. Estas coisas são para serem medidas antes de serem usadas! Senão vejamos: os computadores foram inventados para nos ajudarem. O que eles supostamente fazem é prestar auxílio. Não foram inventados para se armarem em aquilo que tecnicamente se designa de maricas, com "erros fatais" e campainhas de alerta.
Eu bem imagino o que se deve passar naquele cérebro artificial e tecnologicamente dramático...
"-Ai, olha só para mim, tenho tantos programas a correr... a RAM está saturadíssima, que horror! Acho que vou ter um erro fatal! Ai meu Deus! Pronto, já foi, tenho que reiniciar. Agora deixa-me só retocar aqui a "maquilhage"."
E é assim que se passa um vulgar crash com a tecnologia moderna. Depois não querem que as novas gerações sejam como as de antigamente: cheias de simplicidade, valores morais e bem lá no fundo, sexualidade reprimida.
Os técnicos de computação por mim iam trabalhar no campo, para verem quanto custa a vida ante de se lembrarem de fazer máquinas melodramáticas. Até já os imagino a podar as terras, ao mesmo tempo que matam a sede através do cantil comunitário e cantam lindas canções de programador. Ali cheios de pujança a dançar o fadango. Desta maneira já adivinho o meu computador a expressar-se contra o que está mal:
"-Ocorreu um erro, porra! Mas que jeitos? Agora é começar tudo de novo! Ah Quim, passa aí o tintol!"
Faz-te um homem, Informática. Aprende comigo, olha que eu não duro para sempre.
2 comentários:
Calma ai q ha excepçoes, eu passo a vida no MSN mas odeio informatica..LOL
bjinhos **
De facto.. sao mesmo maricas coitados.. senti-me atingida com este texto, pois tou a tirar um curso profissional de programaçao:P lol kidding.. (ah o meu pc outro dia tb deu um erro fatal, e o pior é que o que ele me queria dizer, mas eu nao percebi logo, foi o facto do cpu estar a aquecer demais,ou seja, qeimou, qeimou-me a motherboard, e tive de gastar dinheiro (: ) nao sao queridos os pc's?
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