É um facto consumado: ando sem ideias. Mesmo assim, nas minhas últimas e muito pouco interessantes divagações, facilmente constatei que todo um revolucionário fenómeno intelectual começa a insurgir na nossa terrinha à beira-mar plantada.
Lembram-se da estética pela anti-estética? Não? Quero dizer, eu lembro, foi uma expressão extremamente poética que um professor meu uma vez utilizou para dizer muito elegantemente que o meu trabalho de grupo estava uma porcaria. Uma porcaria muito grande.
O que acontece é o mesmo que se passou com a estética pela anti-estética. Aliás, é muito mais científico do que isso, não fosse eu um homem dedicado a essa área.
Tal como a matéria (protões positivos, electrões negativos) tem como oposição a anti-matéria (protões negativos, electrões positivos), a intelectualidade (cérebro cheio de coisas etéreas) começa a ter a anti-intelectualidade (cérebro cheio de coisas que saem no 24 Horas). Um dos expoentes máximos deste novo movimento é, na minha humilde opinião, esse grupo de grandes comentadoras e analistas socio-políticas que são as senhoras que aparecem no programa do Manuel Luís Goucha, numa rubrica denominada Conversas de Quintal. Senão vejamos:
1º Todas elas são anafadinhas, sinal de que não devem fazer muito pela vida.
2º Todas elas dizem portantos.
3º Não raramente enunciam certas e determinadas coisas, chave essencial para se manter um diálogo que se queira pseudo-anti-intelectualóide.
4º Já disse que elas dizem portantos?
5º Do Lat. quintu, num. ord., o que numa série de cinco ocupa o último lugar; s. m., cada uma das cinco partes iguais em que se dividiu um todo; barril que é a quinta parte da pipa;
6º Aquilo é um arraial da palavra portantos. É quase sinistro.
Com tudo isto e muito mais que não me apetece escrever facilmente concluo que, prontos, a anti-intelectualidade não só existe como prolifera no nosso serviço público.
Como nós não soubéssemos já disso.
Lembram-se da estética pela anti-estética? Não? Quero dizer, eu lembro, foi uma expressão extremamente poética que um professor meu uma vez utilizou para dizer muito elegantemente que o meu trabalho de grupo estava uma porcaria. Uma porcaria muito grande.
O que acontece é o mesmo que se passou com a estética pela anti-estética. Aliás, é muito mais científico do que isso, não fosse eu um homem dedicado a essa área.
Tal como a matéria (protões positivos, electrões negativos) tem como oposição a anti-matéria (protões negativos, electrões positivos), a intelectualidade (cérebro cheio de coisas etéreas) começa a ter a anti-intelectualidade (cérebro cheio de coisas que saem no 24 Horas). Um dos expoentes máximos deste novo movimento é, na minha humilde opinião, esse grupo de grandes comentadoras e analistas socio-políticas que são as senhoras que aparecem no programa do Manuel Luís Goucha, numa rubrica denominada Conversas de Quintal. Senão vejamos:
1º Todas elas são anafadinhas, sinal de que não devem fazer muito pela vida.
2º Todas elas dizem portantos.
3º Não raramente enunciam certas e determinadas coisas, chave essencial para se manter um diálogo que se queira pseudo-anti-intelectualóide.
4º Já disse que elas dizem portantos?
5º Do Lat. quintu, num. ord., o que numa série de cinco ocupa o último lugar; s. m., cada uma das cinco partes iguais em que se dividiu um todo; barril que é a quinta parte da pipa;
6º Aquilo é um arraial da palavra portantos. É quase sinistro.
Com tudo isto e muito mais que não me apetece escrever facilmente concluo que, prontos, a anti-intelectualidade não só existe como prolifera no nosso serviço público.
Como nós não soubéssemos já disso.
1 comentário:
Haja calma e paciência, e a inspiração espreitará quando menos se espera (que tal um cadernito sempre no bolso, e...?) Portantos... lol
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